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Quem é Geraldo Alkmim

 

 

AGORA, FORA ALKIMIM

Conselho questiona livro de "cunho pornográfico" em escola em SP

RAQUEL LIMA

da Folha Campinas

 

O Conanda (Conselho Nacional de Defesa da Criança e do Adolescente) vai questionar o governo do Estado de São Paulo sobre a utilização de uma obra do autor norte-americano Charles Bukowski no ensino médio, depois de uma acusação de que o livro contém "cunho pornográfico".

 

O órgão federal, ligado ao Ministério da Justiça, quer saber da Secretaria de Estado da Educação em quais circunstâncias o livro "A Mulher Mais Linda da Cidade e Outras Histórias" vem sendo utilizado por alunos e professores da rede pública.

 

O questionamento foi motivado pela reclamação de um pai ao Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente de Guapiára (258 km de São Paulo), em junho passado.

 

A conselheira Maria Izabel da Silva, representante da CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Conanda e responsável pelo caso, disse que vai orientar os conselhos municipais a pedirem a retirada do livro das bibliotecas das escolas. "O conteúdo da obra não é um incentivo à sexualidade e sim uma pornografia."

 

O livro, com 13 contos, fez parte de uma lista de 1.944 títulos escolhidos por uma comissão de especialistas para o programa Leia Mais, lançado no ano passado pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

SERRA JÁ ESTÁ ESPERIMENTANDO O QUE PLANTOU.

 

 

AGORA É A VEZ DO ALKIMIM PINÓQUIO.

Mídia bandida esconde ataques do PCC no Brasil, para não atrapalhar campanha dos tucanos Serra/Alckmin.

 

A maior facção criminosa do estado de São Paulo, o PCC, que nasceu dentro dos presídios paulistas há 16 anos dentro do governo tucano está de volta e em grande estilo. (Os tucanos administram o governo de São Paulo desde 1995, sendo que cinco anos foram com Alckmin como governador.) Em 2008, o então governador tucano de São Paulo, hoje candidato a presidente, declarou a imprensa que a organização criminosa havia acabado.

Acho que está havendo algum problema entre os tucanos e os jornais paulista. Ainda que sem mencionar nome da facção criminosa para não prejudicar a campanha Serra/Alckimin notícias foram publicadas neste final de semana que PCC existe e domina São Paulo.

 

 

 

16 ANOS DE PSDB EM SÃO PAULO: SÍNDROME DE ESTOCOLMO.

O título me foi sugerido por seguidores no Twitter. Alude à impressionante disposição do povo de São Paulo de manter no poder o mesmo grupo político que o massacra e que ali se encastelou em 1994, de onde não saiu mais.

 

De 1994 para cá, o Estado mais rico e desenvolvido da Federação sofreu um regresso dramático em quase tudo o que é mais importante. Pode-se dizer que temos hoje, os paulistas, a mesma Saúde, a mesma Educação e a mesma Segurança Pública de quando o PSDB chegou ao poder por aqui, só que em um Estado muito mais populoso, o que torna o não-progresso nessas áreas uma legítima tragédia social.

 

 

Manipulações das estatísticas engendradas pelos grandes grupos de mídia paulistas (Grupo Folha, Grupo Estado, Editora Abril e o braço da Globo em São Paulo) vêm conseguindo esconder de uma população politicamente perdida dados tétricos como os da Segurança Pública – que, neste momento em que o PCC volta a mostrar seu poder no Estado, explicariam o que está acontecendo novamente por aqui.

 

 

Semana passada, por exemplo, a Folha de São Paulo deu manchete de primeira página para uma suposta “redução” da criminalidade que vem sendo alardeada há anos. Duvido de que algum paulista concorde que a criminalidade caiu. Qualquer pessoa, por aqui, dirá que não pára de subir.

 

O que acontece na Segurança, por exemplo, é que, de 1994 para cá, houve um salto enorme na criminalidade e na violência. Subiu rápido e a patamares altíssimos nos últimos anos do século passado, no âmbito da eterna crise da octaeteride tucana, que, depois de resultados sociais positivos nos primeiros anos do Plano Real, gerou desemprego, inflação, quebradeiras incessantes até 2002, empurrando parte de uma geração inteira de jovens pobres para a criminalidade. 

 

 

A REALIDADE NA EDUCAÇÃO EM 16 ANOS DE PSDB.

A Educação talvez seja o que está pior em São Paulo. Em todos os certames nacionais e internacionais, este Estado fica nas últimas colocações. Os professores são tratados como inimigos pelo governo do Estado. Nas recentes manifestações por melhores condições trabalho, o então governador José Serra colocou sua polícia para espancá-los em praça pública.

 

Já contei aqui uma história sobre a greve dos professores, mas vale repeti-la. Minha filha casada hospedava em sua residência uma jovem professora universitária francesa que veio ao Brasil no âmbito de um acordo de intercâmbio entre o nosso país e a França. Esteve no Brasil durante a recente greve dos professores paulistas.

 

Minha filha, como eu mesmo, mora bem perto da Avenida Paulista, de forma que a jovem acadêmica francesa acabou presenciando uma das manifestações dos professores naquela avenida neste ano.

 

Tivemos uma longa conversa sobre o assunto, eu e a moça. Ela não conseguia entender por que os pais dos alunos das escolas públicas não estavam ao lado dos professores e, sobretudo, como era possível que estivessem ao lado do Estado. Seu espanto aumentou depois de saber quanto o governo paulista paga aos que têm a duríssima missão de educar crianças e adolescentes em grande parte bastante pobres e, alguns, até miseráveis.

 

 

OS EFEITOS DA FORÇA DA MÍDIA NA MENTE DOS PAULISTAS EM 16 ANOS DE PSDB.

Fica difícil a qualquer observador isento entender, portanto, que o mesmo Geraldo Alckmin que fez parte dos governos que pioraram tanto São Paulo, que não fizeram metrô, que deixaram a situação da Segurança chegar a esse ponto etc., tenha chance de se eleger no primeiro turno para o governo de São Paulo.

 

O que acontece com os paulistas? Dizer que o povo do meu Estado é meramente direitista como Alckmin, Serra, Kassab e companhia limitada – coisa que eu mesmo já disse, mas que já não julgo mais que seja exatamente o ponto –, não explica nada.

 

O que acontece em São Paulo é que a população é mantida sem informação por todos os grandes jornais, rádios e tevês, sem falar na Veja. Aqui, a imprensa escrita tem grande influência. As bancas de jornal são uma instituição, um meio de comunicação à parte. Caminhando por qualquer parte do Estado – mas, sobretudo, pela capital – encontra-se uma a cada esquina.

 

As manchetes de jornais e revistas são um meio de comunicação à parte, em São Paulo. É por isso que Folha, Estadão e Veja, sobretudo, fazem tantas manchetes que distorcem o que dizem as reportagens às quais remetem – porque os paulistas, sobretudo os paulistanos, não compram essas publicações, mas gostam de ler suas manchetes expostas nas bancas e dali tira suas conclusões sobre assuntos intrincados.

 

Além disso, por força de uma educação ruim até no setor privado, a maioria dos paulistas não sabe de quem cobrar Saúde, Educação ou Segurança, por exemplo. Muita gente aqui pensa que o responsável pela Segurança Pública é o governo federal, ou seja, atribui a guerra paulista ao governo Lula.

 

 

AINDA SOBRE A SEGURANÇA PÚBLICA.

Em 2006, quando o PCC pôs este Estado de joelhos tanto quanto começa a colocar agora, os jornais e as tevês locais colocaram na cabeça dos paulistas que a culpa pelas penitenciárias mal-administradas, nas quais os celulares entram como se fossem shoppings centers, era o presidente da República e não o governador do Estado.

 

Hoje mesmo (3 de agosto), o Estadão publica um editorial eximindo o governo do Estado da responsabilidade pela nova ofensiva do PCC e coloca a culpa no presidente Lula. E o povo acredita. Aliás, se você perguntar a uns dez paulistas de todas as classes sociais para que serve o governo do Estado, digo que a maior parte não saberá responder.

 

 

SÍNDROME DE ESTOCOLMO.

O metrô paulistano, por exemplo, que tem cerca de 60 quilômetros de linhas para uma cidade de cerca de 11 milhões de habitantes, só é do governo do Estado, na mídia paulista, quando o governador tucano de plantão inaugura alguma nova estação. Fora isso, a imprensa empurra a responsabilidade pelo colapso metroviário para o governo Lula.

 

Como já disse, leitores me sugeriram o título deste post lá no Twitter. Alude ao fenômeno de seqüestrados criarem empatia com seus seqüestradores. Esse fenômeno ficou conhecido como “Síndrome de Estocolmo”. E me pediram que comentasse sobre a candidatura de Aloizio Mercadante.

 

Além do transe paulista, temos os paulistas, uma oposição ao PSDB local com um histórico pouco positivo. O episódio dos aloprados, em 2006, criou sérios problemas para a imagem do candidato do PT ao governo do Estado. O PT paulista é meio “domesticado” pelo PSDB e pelo PFL. Enfim, apesar de Mercadante ser a minha única opção de voto para governador neste ano, ainda estou por ver alguma prova de que sua candidatura pretende vencer.

 

Para começar, teriam que fazer uma campanha didática para explicar quais são as responsabilidades do governador. Muita gente se surpreenderá ao descobrir que está apoiando uma facção política que é responsável pela guerra civil paulista. E também terá que manter alguns petistas aloprados longe de encrencas.

 

Não é modesta a missão de Mercadante. Modesto é o tempo que tem para levá-la a cabo. Em minha opinião, porém, se o PT paulista usar o cérebro e fugir de idéias “brilhantes”, pode eleger seu candidato a governador. Basta falar a verdade no horário eleitoral.

Vamos lá moçada, o Serra já era.

 

 

 

FILHA DO GOVERNADOR

Quando, em 13 de junho passado, a Polícia Federal ativou a Operação Narciso e ocupou a Daslu com 250 agentes e 80 auditores fiscais, os ricaços, a mídia venal e vários políticos da elite fizeram baita escândalo. A asquerosa revista Veja chegou a afirmar que a ação da PF era uma jogada do governo Lula para abafar a crise política. O senador Jorge Bornhausen, presidente do PFL, criticou o "revanchismo". Já o coronel Antônio Carlos Magalhães, assíduo freqüentador da loja, chorou ao falar ao telefone com a contraventora detida por algumas horas. E a poderosa Federação da Indústria de São Paulo convocou um ato de repúdio.

 

O líder do PSDB, deputado Alberto Goldman, foi quem explicitou a forma de agir da burguesia. Para ele, "essa prisão pode gerar uma crise econômica. O empresário vai dizer: para que vou investir no Brasil se posso ser preso?". Ou seja: na concepção tucana, só quem pode ser preso no país é o ladrão de galinha! O empresário que sonega impostos remete ilegalmente dinheiro ao exterior ou comete outros crimes não pode ser tocado e ainda conta com a ajuda de certos políticos – que depois serão recompensados nas suas campanhas. O escândalo da Daslu explicitou que a corrupção é regra no mundo dos negócios capitalistas.

 

Além disso, o caso levantou fortes suspeitas sobre a atuação do governador Geraldo Alckmin. Quando a loja inaugurou seu mega-complexo de luxo na capital paulista, com cerca de 20 mil metros quadrados, ele foi à presença mais ilustre na festança milionária. Na ocasião, a mídia destacou o fato da sua filha, Sofia Alckmin, ser uma prestigiada "dasluzete", responsável pelo setor de novos negócios da loja. No rastro da Operação Narciso, porém, surgiram denúncias de que esta influente funcionária já havia se reunido com o secretário da Fazenda de São Paulo, Eduardo Guardiã. O governo negou e a mídia preferiu o silêncio!

 

Mas, convocado para depor na Assembléia Legislativa, Guardia admitiu que a filha de Alckmin estivesse na sede da secretaria junto com outros chefões da Daslu em, pelo menos, duas vezes no primeiro semestre de 2005. As visitas ocorreram exatamente no período em que loja solicitou autorização da Fazenda para instalar um sistema de vendas com caixa único, algo pouco usado no país e mais vulnerável à sonegação. O secretário negou qualquer "concessão de privilégios", mas gaguejou ao explicar a visita da "ilustre" filha do governador. Uma auditoria especial do Tribunal de Contas foi solicitada para averiguar o caso.

 

Para Renato Simões, deputado estadual do PT, não resta dúvida sobre os vínculos do governador com a Daslu. "Os líderes da bancada do governo primeiro negaram a presença da filha do Alckmin na Fazenda. O secretário, por sua vez, confirmou a ida. Isso significa que houve uma tentativa de usar o nome da filha do governador para agilizar a tramitação do processo do caixa único". A tucanagem paulista, que hoje tenta posar de vestal da ética e adora ostentar o luxo desta butique das trambicagens, deve uma explicação à sociedade. A mídia venal, que evita tratar do assunto com o destaque que ele merece, também! 

 

 

Sophia Alckmin.

 

Filha mais velha do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a primeira-daminha do estado agora é gerente de novos negócios da Daslu. Aos 25 anos, a jovem advogada Sophia Alckmin tem a missão de cuidar dos interesses da butique mais chique do Brasil. Ou seja, respira luxo quase 24 horas por dia.

 

Veja São Paulo, maio de 2005.

Duas vítimas do acidente no Rodoanel já foram liberadas.

Plantão | Publicada em 14/11/2009 às 08h18m

Globonews

 

 

SÃO PAULO – Duas das três vítimas do acidente nas obras do Rodoanel, em Embu, na Grande São Paulo, já foram liberadas. Na noite de sexta-feira, três vigas de sustentação de um viaduto do Rodoanel Mário Covas que está sendo construído sobre a Rodovia Régis Bittencourt que liga São Paulo ao Paraná despencou sobre um caminhão e dois carros de passeio que passavam pela rodovia.

 

QUEM É GERALDO ALKIMIM

Geraldo Alckmin (Alquimím, segundo Sílvio Santos), também conhecido por Picolé de Chuchu, é mais um dos bizarros seres que sonharam em um dia derrotar Chuck Norris.

 

No entanto, por causa das emboscadas armadas pelo PCC e também por conta de seu grandioso conhecimento geográfico inspirado nas informações da Revista Veja, é pouco provável que ele consiga esse intento, fazendo com que o caminho fique livre para o seu "muy amigo" José Serra.

 

Alckmin transformou São Paulo na Alckminlândia terra maravilhosa, cujos rios jorram leite e mel, não há homicídios, e as escolas públicas estaduais preparam os melhores cérebros do mundo.

 

Alckmin formou-se médico anestesista na Unitau, e de tanto servir de cobaia, até hoje é totalmente insosso.

 

Depois de centenas de analgésicos, descobriu que poderia viver nas tetas do povo.

 

Em 2006, Alckmin puxou o tapete do Serra e saiu candidato a presidente. Estudou o lançamento de uma grife de camisetas "De Pindamonhangaba para o mundo". Magoado pela derrota nas urnas e desempregado, bateu de frente com o Serra novamente e saiu candidato à prefeitura de São Paulo

Geraldo Alckmin, ops, Acne tem um currículo político bem-sucedido:

 

Apoiado pelo governo militar, foi Vereador com 19 anos e a partir disso nunca mais teve um trabalhomandato eletivo na vida.

 

Vereador com o auxilio dos militares;

 

Prefeito, o pior de pindaibamonhangaba;

 

Deputado estadual (quem souber de um projeto dele, ganha um doce);

 

Deputado federal por duas vezes, derrubando aquela teoria de que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar;

 

Vice-governador, (no tempo que vice servia só para buscar o cafezinho);

 

Governador-tampão enquanto o Covas (cilante) enrolava para partir desta para melhor;

 

Governador, até o PCC assumir o governo;

 

Candidato (derrotado) a presidência, com pretensão de falar como homem e armar barraco como criança;

 

Adquiriu e implantou trezentos modernos ‘Trens Fantasma’ na cidade de São Paulo através da CPTM: A Alstom recebeu milhões de dólares e não entregou sequer um parafuso dos trens;

 

Com mais 30 anos de vida pública, 11 são no governo de São Paulo, para desespero de qualquer paulista de bom senso. Geraldo Alckmin também diz ter sido médico. Mas médico tem que dar plantão pelo menos uma vez por semana, e como trabalhar não é o forte do geraldinho… E ele nunca trabalhou. Desde que completou 18 anos ele vive com salário do governo.

 

PICOLÉ DE CHUCHU.

Com outros membros de um seleto grupo formado por Franco Montoro, Mário Covas, Fernando Henrique Cardoso e José Serra, e depois de desenvolveram avançadas técnicas de desvio de verbas públicas e com o objetivo de vender todo o capital nacional fundaram em 1988 o PSDB ( Partido da Sacanagem e do Desvio de Bufunfa ). Geralmente se reúnem na "Geral do Alckmin".

 

Contam que certa vez, enquanto governador e cansado de não fazer nada, resolveu passear pelo Palácio dos Bandeirantes catando bitucas de cigarro no chão.

 

Segundo comentários dos seguranças: "Como governador, ele é um ótimo lixeiro."

 

Vamos nos concentrar em derrubar o Alkimim……….

 

Fonte: ANTI – PSDB (Orkut-PC/SP)

 

Abraços Prof. JACSON

 

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