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COTINUA DISFARÇADO!

José Serra:Guerrilheiro da Ação Popular em 1962  

escrito por Bob Silva em Abril 17, 2009

Tenho horror a Ditadura Militar ocorrida no passado do nosso Brasil e sempre apoiarei quem combateu tal regime. Apesar de não ter convivido neste que foi o período mais negro da história do país, sei o quão abominável foi esse terrível regime que assassinou e torturou milhares de brasileiros.

Mas como alguns veículos da mídia aqui de São Paulo, mas precisamente o jornal Folha de SP, recentemente publicou uma matéria sobre um suposto sequestro de Delfim Neto pela hoje, ministra Dilma Rousseff, e que na época combatia a Ditadura Militar, pesquisei alguns fatos para fazer um contraponto em relação ao governador de São Paulo, José Serra.

E é estranho que a mídia não fala nada sobre o passado do ex guerrilheiro e hoje governador de São Paulo.

Pois muitos não sabem que José Serra também militou em grupos que combatia a Ditadura.

Com certeza, nessa estranha posição da grande mídia, existe o claro intuito de confudir a opinião pública com interesses políticos.

Sendo assim, vejamos o que encontrei num site declaradamente de extrema direita, o Verdade Sufocada.

Vejam os relatos publicados pelo site, contidos no livro de um ex general militar da época da Ditadura, sobre sobre o ex guerrilheiro José Serra:

O que diz o Exército no livro secreto

"Ex-exilado político no Chile e militante da AP (Ação Popular), José Serra, integrava a frente criada para propagar, no exterior, “falsas denúncias” de assassinato e tortura de presos políticos no Brasil. No esquema de disseminação de “notícias deturpadas” sobre o país, era um “ativo pombo-correio” no circuito Chile/Uruguai. "

A AP foi criada em 1962, dois anos antes da Contra-Revolução, em pleno regime democrático(governo João Goulart). Seus fundadores, não tinham, portanto, necessidade de lutar pela liberdade democrática. Os “estudantes inocentes”, “vítimas das truculências dos militares” estavam todos orientados pela esquerda da Igreja e se preparavam para a futura “Revolução Brasileira”, de cunho marxista, quando pretendiam implantar no País uma ditadura do proletariado, orientados pela linha chinesa.

Entre os muitos atos terroristas praticados pela AP, destaca-se a explosão de várias bombas e principalmente o atentado ao Aeroporto Guararapes, em Recife, no dia 25 de julho de 1966,quando morreu o jornalista Edson Régis de Carvalho e o almirante Nelson Gomes Fernandes. Na ocasião ficaram feridos seriamente o guarda-civil Sebastião Tomaz de Aquino, que perdeu uma perna e o general (na época coronel) Sylvio Ferreira da Silva, além de outras treze pessoas.

Abaixo um ligeiro resumo do que era a Ação Popular:

"Um grupo de esquerda na Igreja Católica, composto entre outros, por DomHélder Câmara, Dom Antônio Fragoso, os padres Francisco Lago, Alípio de Freitas e pelos jovens da esquerda católica – Juventude Operária Católica (JOC), Juventude Universitária Católica (JUC) e Juventude Estudantil Católica (JEC) – divergia na forma de ação. Os integrantes mais radicais desses grupos de jovens, impedidos de exercer atividades políticas no seu meio, se agruparam e se estruturaram dentro de novas concepções. Despertados pelo ideal da “Revolução Brasileira”, organizaram um novo grupo, que contava, em sua grande maioria, com universitários, intelectuais e artistas.

Em janeiro de 1962, em São Paulo, criou-se o Grupo de Ação Popular.

Em junho desse mesmo ano, em Belo Horizonte, foi aprovado um documento que alterou o nome da organização para Ação Popular, sendo eleita uma coordenação nacional.


Sempre caminhando para a esquerda, orientando-se pela linha chinesa e cada vez mais se aproximando do PCdoB, tornou-se dia a dia mais radical.

Em fevereiro de 1963 foi realizado o I Congresso da AP, considerado oficialmente como o seu Congresso de Fundação.

Seus principais fundadores, na maioria líderes estudantis, foram: Herbert José de Souza (Betinho); Aldo Arantes; Luís Alberto Gomes de Souza; Haroldo Borges Rodrigues Lima; Cosme Alves Neto; Duarte Pereira; Péricles Santos de Souza; Vinicius Caldeira Brant; Jair de Sá; e José Serra.

Antes de 1964 já circulava o jornal Ação Popular, porta-voz das idéias revolucionárias do movimento.

Todos teriam papel de destaque nos atos de subversão e violência no período pós Contra-Revolução de 1964.” (Fonte:A Verdade Sufocada)

Não é estranho, caro leitor?

Porque será que a Folha de São Paulo não publica uma matéria falando sobre o "ex guerrilheiro" José Serra como fez com a Dilma Rousseff?

Atentaram para o que diz o trecho do livro sobre José Serra?

"integrava a frente criada para propagar, no exterior, “falsas denúncias” de assassinato e tortura de presos políticos no Brasil. No esquema de disseminação de “notícias deturpadas”

"pretendiam implantar no País uma ditadura do proletariado, orientados pela linha chinesa."

"Entre os muitos atos terroristas praticados pela AP, destaca-se a explosão de várias bombas e principalmente o atentado ao Aeroporto Guararapes"

Será porque José Serra pertence ao PSDB, a Folha de São Paulo não divulga tais fatos?

Porque tenta-se tanto usar o engodo e boatos vazios para confundir a opinião publica em pró deste o daquele político, interferindo assim na democracia do país?

E se a Folha de SP possui posição política definida pró PSDB, porque não declara logo a mesma publicamente?

Para que posar de parcial, se todos sabem que não é a verdade?

Adianta tentar esconder o óbvio?

É por essas e outras que reafirmo: a grande mídia vai cair num descrédito tão grande, que chegará o tempo da falência de muitos jornalões e revistas politiqueiras, que pensam que podem fazer do jornalismo uma forma de dominar a mente do povo segundo interesses próprios.

Como se vê, fica quase impossível dar crédito ao que é vomitado pela grande mídia que monopoliza a informação no Brasil.

Estão quase todos envolvidos de alguma forma com os políticos e nem se dão ao luxo de disfarçar mais.

Ainda bem que existe a blogosfera, onde esse tipo de coisa pode ser desmascarada.

 

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